segunda-feira, 7 de julho de 2014
O Inferno existe dentro de nós
Quem sabe um apocalipse zumbie ou até mesmo qualquer evento
que culmine no fim da raça humana não seja algo bom pra esse mundo.
Quanto mais eu saio pra rua,
Mais vejo histórias tristes de como o ser humano pode ser tão maligno.
Mais eu vejo esse planeta chorando pela destruição que a levam.
Mais vejo espécies inocentes serem exterminadas pela ação do homem.
E nem vêm com a desculpa de seleção natural,
pois o ser humano não é a natureza.
O homem é mesmo o parasita que existe nesse plano.
Então por que ele ainda existe?
Não há nenhuma força espiritual que é capaz de destruir essa ameaça?
Ou ainda há aquela teoria que o ser humano tem que se regenerar por vontade própria?
Um mundo onde as pessoas trapaceiam umas as outras.
Acabam com a moral de outras.
Os mais fracos são sempre os mais prejudicados pelos mais fortes
e a população ignorante destrói socialmente vidas inocentes que já estão na miséria.
Um mundo em que seu desejo de amar é sempre estereotipado,
pois pessoas do mesmo sexo não podem viver uma vida normal iguais a casais heteros.
Negros e indígenas são sempre vítimas de preconceitos
por conta da soberania da raça branca.
E sua posição social ou seus contatos vão te beneficiar ou não pelo resto da vida.
As pessoas temem o inferno,
mas o que vivemos hoje não é o inferno?
Familiares se matam ou se prejudicam,
matam pessoas inocentes por míseros desejos mesquinhos e egoístas.
Se antes era algo sagrado,
hoje esse tabu foi quebrado porque a guerra começa dentro de nosso círculo familiar.
O que achamos que é união hoje não é nada menos que uma encenação,
ou melhor,
todas as relações que vemos hoje são encenações de pessoas?
Que não querem ficar só ou almejam algo de interesse.
Realmente uma raça dessas na qual eu faço parte merece viver?
Ou tou sendo radical demais ou perdi a esperança nas pessoas desse mundo
Porque no final a única justiça que vejo,
que não distingue ninguém,
e que nos leva no outro plano a repensar nossos atos e nossa eternidade
é a morte.
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