quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Um mundo de acontecimentos

Não importa a hora.
Não importa o dia.
Não importa a data comemorativa.
Nada pára.
Pessoas incessantemente trabalham,
roubam, educam, comem, bebem, se matam.
Outras morrem enquanto outras nascem.
Outras amam enquanto outras traem.
Paz é estabelecida enquanto a guerra varre outros lugares.
Alguém ri e se alegra com seus amigos e familiares
enquanto outras sofrem e perdem as esperanças.
Se o Sol brilha alegremente ou até cruelmente num lado do planeta,
a chuva limpa as impurezas ou até destrói as esperanças em algum canto.
Se a luz do sol é a esperança num dia melhor ou representa o fim de uma era,
vemos na noite a calmaria de uma passagem ou o início de tudo.
E nós?
Doces (ou não) lembranças de que um dia viu esse planeta vivo e ativo.
A cada momento histórias são contadas,
porém são de pessoas “sem nomes”.
Falo isso porque não sabemos o nome daqueles que passam por tudo,
apenas vemos o acontecimento em si
e os poucos nomes retratados nem sempre serão lembrados.
Realmente “Bem” e “mal” caminham de mãos dadas nessa encruzilhada.
E se minha existência representasse algo bem maior que esse mundo pudesse oferecer?

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