Não é certo olhá-las com superioridade. Já que se todos estão ali naquele local, todos estão no mesmo nível. O que nos aguarda é esperar para que mais pessoas percebam isso. Até lá, encaro esse “novo mundo”. Aprendo o que tenho que aprender. Luto o que tenho que lutar. Amo o que tenho que amar. E na hora certa, retorno para aquele paraíso que encontrei acidentalmente, ou será que não foi?
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Distante das colinas roxas – Os aliados e a realidade.
E mais uma vez me vejo andando nas ruas frias da cidade.
A guerra mascarada persiste,
mas diferente de um confronto armado,
essa guerra é pior uma vez que não há confrontos diretos.
Apenas a luta diária com a vida e com o arquiteto.
As pessoas se dizem juntas as outras,
mas será que isso é apenas desculpa para não ficarem sós?
Realmente há esse sentimento de mutualismo?
Como todo bom jogo de xadrez,
entender essas estratégias e os jogadores (mesmos sendo peões do arquiteto)
impede uma jogada errada.
Mesmo me misturando com os demais e usando minha máscara pra me socializar
percebo algo de diferente.
Por um momento me volto à minha ingenuidade
e acabo achando que todos que chegam a mim são que nem eu.
Mas seriam apenas mais uma jogada do arquiteto?
Talvez haja coisas pra aprender e fazer antes de voltar para às colinas roxas.
Se há outros como eu espalhados pelo mundo,
Não é me jogar ao mundo que vou achá-los e muito menos fazê-los aliados.
Derrotar o arquiteto seria ingenuidade demais,
já que ele que controla tudo.
Meus aliados têm que se aproximar quando for realmente a hora certa.
Aqueles vínculos que eu guardava,
ligados à minha inocência,
pensava eu que atrapalhariam com o meu progresso lógico.
Achando que a lógica do ser humano era a absoluta.
Mas estava enganado,
Os aliados que fiz mostraram que há mais coisas entre o céu e a terra,
que nossa filosofia diz.
Assuntos que até os não leigos achariam que é fruto de imaginação.
Porém, quem disse que eles sabem de tudo?
As cores estão bem nítidas agora.
O arquiteto não está tão ameaçador,
mas as pessoas ainda agem como peões.
Cada uma em sua própria bolha.
Cada uma em seu próprio mundinho com suas regras determinadas
sem querer saber que há um mundo maior lá fora
com conhecimentos e afazeres que podiam facilmente nos fazer crescer.
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