sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Quarta casa, a casa da liderança

Bem vindos à quarta casa,
a casa da liderança.
De todas as casas essa é a mais nova.
Justamente por ser uma característica minha que,
podemos dizer é “genética”,
e que no tempo em que comecei a escrever as doze casas,
eu não a conhecia muito bem.
Para quem ver os wallpapers que eu crio de cada poema,
verá que dentre todas as casas na qual utilizo imagens de arquiteturas gregas,
pelo guardião dessa casa eu usei uma arquitetura egípcia.
O guardião dessa casa não é nada menos que o deus egípcio Rá e o que ele representa,
o conceito egípcio de ordem e equilíbrio chamado Máat.
Mas o que tem haver com essa característica minha?
Para uma pessoa insegura como eu
(aí vemos uma ligação dessa casa com a última casa),
a liderança, ou seja,
o fato de tomar as decisões e responsabilidades individuais ou pelo grupo
sempre inquietavam minha insegurança.
Aí estamos lidando com um tópico comum a muitos seres humanos,
o egocentrismo e o perfeccionismo.
Como se pelo fato de eu fazer as coisas pela minha maneira,
não digo impor uma ditadura sem ouvir opiniões alheias dos envolvidos,
mas minha vontade e força de ir atrás e garantir
que tudo esteja sendo feito na maneira mais correta ao meu agrado
me garanta uma situação de segurança.
Falei anteriormente que é genética justamente por ser algo
que sempre via em importantes pessoas de minha família como pai, irmã e um tio meu
e que através de conversas com meu pai ele me mostrou
que uma característica tão forte nele não teria deixado de escapar na minha formação.
Às vezes sempre paro e reflito como um sentimento tão forte
e característico meu como a insegurança gerou a formação dessa casa,
pois ela guarda tudo que me guia na realização de algo que almejo muito
e através de situações assim que percebo um lado meu desconhecido para mim,
mas que é muito evidente a pessoas que me conhecem,
a liderança.
O fato de tomar decisões de interesse mútuo.
De ter perseverança para correr atrás.
Ser alguém com coragem de “meter a cara ao tapa”,
pois não importa o quanto eu tenha falando no poema
“O que uma pessoa só é capaz”.
No meu interior eu acredito que cada pessoa pode lutar e fazer uma mudança real.
Talvez por essas características,
toda vez ( e não é só de data recente) que penso em liderança,
automaticamente lembro de Rá
por ser justo o grande deus egípcio.
Líder dos demais deuses e simbolizar o Sol e a ordem.
Essa casa não tem prova e nem nada.
É uma casa muito “eu”,
Mas acredito que todos tenham uma característica oculta
que mostra certa grandeza ou particularidade.
Espero fazer com que todos que leiam isso descubram também,
pois essa particularidade descoberta os farão descobrir um outro conceito egípcio.
O nome verdadeiro, ou melhor,
nosso REN – Conjunto de todas as nossas experiências e aprendizados ao longo da vida
que nos define em uma palavra ou frase curta.
Saber que temos tanto um nome dado ao nascimento como um nome adquirido.
Qual seria o de vocês?
Futuramente explicarei melhor esse lado egípcio meu ao longo das demais casas.
Podem prosseguir para a quinta casa.

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