Não importa o quão frio eu pareça,
não importa o sem noção eu seja,
até um bobo apaixonado que nem eu me sinto só,
não de amizades,
não de família,
mas sim de alguém.
Olhando os casais eu os invejo,
sempre um estando com o outro,
fazendo tudo.
Festas, eventos, saídas.
como é bom poder ter alguém ao seu lado pra tudo,
nos momentos bons e nos tristes,
no cinema e na praia.
Não é só sexo, prazer,
mas sim companheirismo, ou seja,
saber que você terá alguém por perto.
Pra comemorar uma vitória
e até chorar por uma perda.
Mas alguém assim é real mesmo
ou é uma idealização minha?
Quem sabe?
Mas espero um dia olhar para um casal
ou ver um filme de romance e pensar:
“Isso não é uma mentira!”
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Devorador de vivos
Pelo meu caminho eu passo por muitos,
mas nem sempre sou notado.
As pessoas estão mais preocupadas com seus próprios interesses
e nem prestam atenção para o que tem em volta.
Quando foi que vi alguém parar para conversar?
Não um papo curto de “Oi, tudo bem?”.
Respondo, nunca.
Até quando caminhamos com conhecidos
percebe-se que as conversas são pequenas e curtas,
raramente vemos pessoas que realmente conversam.
Tudo e todos andam na correria.
Precisamos parar pra comer e beber para que lembremos que somos pessoas?
Nem em casa parece que há união,
cada um fica no seu próprio quarto ou canto
esperando a hora de comer e depois dormir.
Se não estão no computador estão na televisão ou no telefone.
O contato humano já morreu,
o calor de alguém vivo ao seu lado foi substituído
pela frieza de uma máquina sem alma na qual todos dão grande importância.
Posso até não viver numa terra de ninguém,
mas vivo numa terra de mortos vivos,
não aqueles de filmes que devoram pessoas,
mas aqueles que embora sejam vivos mesmo, parecem que devoram a sua alma,
melhor, sua humanidade.
mas nem sempre sou notado.
As pessoas estão mais preocupadas com seus próprios interesses
e nem prestam atenção para o que tem em volta.
Quando foi que vi alguém parar para conversar?
Não um papo curto de “Oi, tudo bem?”.
Respondo, nunca.
Até quando caminhamos com conhecidos
percebe-se que as conversas são pequenas e curtas,
raramente vemos pessoas que realmente conversam.
Tudo e todos andam na correria.
Precisamos parar pra comer e beber para que lembremos que somos pessoas?
Nem em casa parece que há união,
cada um fica no seu próprio quarto ou canto
esperando a hora de comer e depois dormir.
Se não estão no computador estão na televisão ou no telefone.
O contato humano já morreu,
o calor de alguém vivo ao seu lado foi substituído
pela frieza de uma máquina sem alma na qual todos dão grande importância.
Posso até não viver numa terra de ninguém,
mas vivo numa terra de mortos vivos,
não aqueles de filmes que devoram pessoas,
mas aqueles que embora sejam vivos mesmo, parecem que devoram a sua alma,
melhor, sua humanidade.
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