Lucas Lincoln
segunda-feira, 7 de julho de 2014
O Inferno existe dentro de nós
Quem sabe um apocalipse zumbie ou até mesmo qualquer evento
que culmine no fim da raça humana não seja algo bom pra esse mundo.
Quanto mais eu saio pra rua,
Mais vejo histórias tristes de como o ser humano pode ser tão maligno.
Mais eu vejo esse planeta chorando pela destruição que a levam.
Mais vejo espécies inocentes serem exterminadas pela ação do homem.
E nem vêm com a desculpa de seleção natural,
pois o ser humano não é a natureza.
O homem é mesmo o parasita que existe nesse plano.
Então por que ele ainda existe?
Não há nenhuma força espiritual que é capaz de destruir essa ameaça?
Ou ainda há aquela teoria que o ser humano tem que se regenerar por vontade própria?
Um mundo onde as pessoas trapaceiam umas as outras.
Acabam com a moral de outras.
Os mais fracos são sempre os mais prejudicados pelos mais fortes
e a população ignorante destrói socialmente vidas inocentes que já estão na miséria.
Um mundo em que seu desejo de amar é sempre estereotipado,
pois pessoas do mesmo sexo não podem viver uma vida normal iguais a casais heteros.
Negros e indígenas são sempre vítimas de preconceitos
por conta da soberania da raça branca.
E sua posição social ou seus contatos vão te beneficiar ou não pelo resto da vida.
As pessoas temem o inferno,
mas o que vivemos hoje não é o inferno?
Familiares se matam ou se prejudicam,
matam pessoas inocentes por míseros desejos mesquinhos e egoístas.
Se antes era algo sagrado,
hoje esse tabu foi quebrado porque a guerra começa dentro de nosso círculo familiar.
O que achamos que é união hoje não é nada menos que uma encenação,
ou melhor,
todas as relações que vemos hoje são encenações de pessoas?
Que não querem ficar só ou almejam algo de interesse.
Realmente uma raça dessas na qual eu faço parte merece viver?
Ou tou sendo radical demais ou perdi a esperança nas pessoas desse mundo
Porque no final a única justiça que vejo,
que não distingue ninguém,
e que nos leva no outro plano a repensar nossos atos e nossa eternidade
é a morte.
domingo, 6 de julho de 2014
Velho demais ou novo demais?
As vezes me pergunto.
“Quantos anos eu realmente tenho?”
Para certas coisas sou adulto demais para minha idade,
para outras sou infantil e criança demais.
Mesmo com meus quase um quarto de um século de vida,
é precoce demais eu pensar no meu futuro?
É cedo demais para eu começar a cultivar o que quero viver amanhã?
Deveria eu apenas viver o hoje e tomar cuidado com as consequências
que minhas ações levam?
Tantas perguntas e nenhuma resposta.
Mesmo vivendo nesse mundo de hipócritas,
me camuflando nessa guerra mascarada
ainda sim tenho meus desejos estereotipados.
Casar-me com alguém que eu amo e ter filhos e vários animais.
Mesmo que na minha condição a construção de família seja difícil,
é muito pedir esse futuro?
Vejo-me perdido entre dois extremos:
O da preocupação e responsabilidade pelo meu futuro
e minhas ações presentes e atitudes que pessoas da minha idade possuem.
Com todos os seus mimos e teimosias de alguém
cuja infância não foi difícil e que aprende a dar valor a tudo que possui.
Esse dualismo me faz implodir de vez em quando.
Como se o adulto dentro de mim e o adolescente rebelde entrassem em conflito.
O choque do futuro e do presente.
Mas que no final,
um dia terei que optar por um e sacrificar o perdedor.
sábado, 5 de julho de 2014
Poema de compreensão
"Faz tempo que não sei mais o que é ser humano,
pois olho as pessoas e suas relações e vejo o quão distantes estão uma das outras.
Acho raro hoje encontrar uma união,
pois vejo mais núcleos de pessoas vivendo juntas,
mas em cômodos diferentes que mal se falam.
Vejo que a tecnologia nos trouxe facilidades,
mas como tudo em excesso nos revelou um lado sombrio.
Não sei se há pessoas nesse mundo ou zumbies não canibais.
Pois o que vejo são seres que vivem em função das máquinas
e esqueceram a essência de viver em grupo.
Nem sei se sou um humano mesmo ou mais um desses zumbies.
Porém,
ainda vivo sabendo que o que quero é o real e não o virtual.
Estar entre pessoas vivas.
Ouvir o que elas tem a dizer.
Chorar nos momentos de tristeza.
Rir no momentos de lazer
e amar quem vejo reciprocidade.
Por isso que,
se me importo de ver alguém ao vivo,
não importa o quão distante esteja ou quanto tempo se passe.
É porque com esses escolhidos eu quero ser um humano
e não mais um ser sem alma que apenas convive."
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
E vem a chuva
E vem a chuva para lavar nossas ruas.
Para nos fazer ficarmos em nossas casas ou afins.
Nos fazer parar e refletir um pouco.
Adiar compromissos ou adiantar tarefas.
Nos fazer ficar no sofá para ver TV ou filmes,
ou simplesmente mais um motivo para nos fazer ficar plantandos
em frente a uma tela de computador.
Ai vem a chuva que pode trazer caos para algumas comunidades,
por conta do medo que ela leva por devastar suas casas e plantações.
Vem a chuva que para alguns é um sinal divino,
quanto para outros é só mais um fenômeno natural.
Essa é a chuva que nos limpa de frustrações, ódios e rancores.
Limpando nossa alma e nos renovando.
Alimentando a terra e irrigando o solo na qual crescerá mais vida no futuro.
É a chuva ácida que corroí monumentos.
É a tempestade que paralisa uma região inteira.
Mas no fim,
é a teoria do Ragnarok,
pois depois que a destruição cessa,
nasce um novo “mundo”.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Aquela que me preocupo
E dentre todas as amizades,
está uma que amo e acho muito gostosa de ter.
De alguém que pode contar para qualquer hora,
servir de ombro e vice-versa.
Falar mal de vida alheia e até dos estágios.
Beber, agitar jantares
e colocar juízo de vez em quando em certa cabecinha.
Pessoas vêm e vão,
Mas quando é pra ficar na vida,
elas ficam.
E mesmo com o HV ocupando grande parte do meu tempo,
a compreensão desta me faz ficar seguro
que ainda puxarei sua orelha várias vezes!
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Aqueles que me afastam da normalidade
Não há dinheiro que compre esses momentos.
Apenas uma passagem pra ir e outra pra voltar de Rolândia,
Onde a trupe se encontra.
Mesmo separados,
tentar reunir o maior número dos membros do grupinho é uma meta.
Cada um com seu encanto por sua peculiaridade.
Alan e nossos assuntos espíritas, nossa amizade gostosa.
Sem contar da sua disponibilidade em ajudar,
Mesmo que tenha que enfrentar estranhos;
Bruno e sua descontração que alivia qualquer clima tenso;
Nane e seu jeito de ver o mundo que impede qualquer um de ficar chateado
ou até mesmo de se isolar;
Mau e seu jeito de fazer com que os problemas se vão,
mesmo que ele tenha que te tirar de casa à força;
Nub e Jamile como parceiras que topam tudo para reunir a galera.
Se cada lugar em que vou arranjo um nicho,
fico feliz que esse seja mais um de pessoas incríveis.
Pois de fato,
“Somos todos locos de amor”.
E quem vive hoje só?
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Aqueles que não me deixam para trás
Primeiramente,
não querendo dizer que são os únicos que se importam comigo.
Longe disso,
É que se cada pessoa importante para mim tem uma característica
a deles é de que não importa o quanto tempo se passe ou limitados sejam os encontros,
se alguém precisa de qualquer desabafo ou uma visão/opinião de qualquer assunto.
De assuntos triviais ou besteiras.
No momento mais apropriado possível para se encontrar pessoalmente,
eles estarão.
Ou então se não for possível pessoalmente,
qualquer dos meios eletrônicos serve.
E tendo uma irmã mais velha como a Fran é mais que honra,
pois sempre precisamos de alguém pra nos por na realidade e dar juízo.
Alguém que moverá mundos para ajudar quem for de seu respeito
e merecer sua verdadeira amizade.
E alguém como o Gus,
que consegue sempre cativar a todos por sua honestidade
e sua vontade de ajudar os outros.
Desde pequenos favores até um ombro amigo quando necessário.
Para essa dupla,
que as histórias divertidas e os puxões de orelha continuem sempre.
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