sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Segunda casa, a casa dos sonhos

Bem vindos à segunda casa.
Diferente das demais casas essa seria a segunda grande base das demais.
Até por isso que é a segunda na ordem.
O elemento “sonhos” não quer dizer literalmente isso,
mas sim um conjunto de subcaracterísticas minhas que encaixei nessa casa, como:
Bondade, timidez, ingenuidade e até as experiências do universo infantil
que me fizeram me interessar por simbologia
e serviu de matriz na criação de todos os doze guardiões das doze casas.
Pois cada um deles foi “criado” a partir de alguma história
que me interessei nessa transição da infância pra adolescência.
O guardião dessa casa veio do mesmo lugar que o guardião da última casa.
Chamado também de “A voz da floresta”,
ele tem um imenso poder por controlar uma imensa arma, o tempo.
Contudo, diferente de muitos personagens que precisam de uma restrição
para não cairem nas tentações e usarem isso para proveito próprio.
Sua bondade é tão grande que não há restrição de suas habilidades,
pois no final das contas Ele sabe a importância de seu poder
e como isso poderia mudar o curso da vida de todos.
Até por isso ele remete todos essas subcaracterísticas minhas.
Um ser bondoso que de vez em quando chega a ser ingênuo,
ao ponto de acreditar que todas as pessoas são iguais a si,
mas também é muito tímido ao ponto de esconder sua presença perto de muitos estranhos
e só se revelar quando há alguém que dê segurança pra se abrir.
Características minhas que tento amadurecê-las ou escondê-las o máximo que posso.
Vou até longe no que diz respeito desse guardião,
que como os demais são partes de mim.
Digo que essa casa é a base de tudo pra mim,
pois o que aconteceu no meu passado.
Além de gerar minhas trevas
também gerou esse guardião na tentativa de me “proteger” de mim mesmo.
Pois não importa o que eu faça,
muito do que eu faço ou tento compreender de mim vem dessa época
onde todos os elementos infantis foram pescados
numa forma de compensar as seqüelas que o vazio deixava em mim
e agora que revejo tudo isso percebo todo o meu “funcionamento”.
A primeira casa remete meu rumo ao futuro.
Já essa casa me remete ao meu passado e como isso influenciou o meu futuro.
O desafio dessa casa é pra que todos relembrem seu universo infantil.
Fazer esse paralelo do passado e do agora e o que vem pela frente.
Procurar saber se os gostos ou associações comuns nossas não vem nessa época.
E chegue a si mesmo e admita se o que é agora é o que lhe agrada.
Agora podem ir para a próxima casa!

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