sábado, 7 de maio de 2011

Um cético crente

Você leitor, considera-se alguém muito cético?
Bem, eu sou muito cético.
Pelo menos quando se trata de religião e ciência.
Embora seja contra religiões,
sou mais contra ainda esses intelectuais que acham que sabem de tudo.
Há mil anos foram eles que diziam
que microorganismos eram fantasias religiosas,
que o ser humano nunca voaria
e que contraindo doenças hoje tratáveis,
não haveria jeito de cura.
Não é que sou contra a ciência, pelo contrário,
só acho essa visão tubular muito errada desses intelectuais.
Já parou para pensar como seria a evolução científica
se o ser humano encarasse o fato de ser limitado?
Ver que tentar achar o modelo de vida humana é ridículo
para outros planetas,
que certas doenças podem mesmo ser tratadas.
Gostaria muito que esses intelectuais descrentes
abaixassem os narizes um pouco e vessem
que aplicar uma mesma teoria a diversas situações não é besteira.
Besteira mesmo é usar acontecimentos sinônimos
para deixar irrefutável uma teoria.
Queria que aparecesse no mundo outros loucos como eu,
que perguntassem a todos o por quê do impossível.
Sei que muitos devem achar confuso o que digo agora,
mas ao longo de meus poemas eu explico melhor
e uso poemas inteiros para dizer cada exemplo.

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